Dom Orani João Tempesta considera que o combate à violência no Rio de Janeiro implica, além de um amplo trabalho social, uma mudança de mentalidade.
Ao falar aos jornalistas nesta terça-feira, na coletiva de apresentação da 47ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em Itaici (Indaiatuba, São Paulo), o arcebispo recém-empossado destacou a ação da Igreja Católica nesse âmbito.
A Igreja no Rio de Janeiro, «neste último ano, prestou 3,5 milhões de atendimentos sociais, coisa que às vezes não aparece, por ser muito capilar, mas há um trabalho muito grande», destacou Dom Orani.
Mas, segundo o arcebispo, para combater a violência «não basta apenas a questão social». «Supõe também uma nova mentalidade», disse.
«Há uma mudança na sociedade hoje muito séria. A ganância, o egoísmo, o individualismo tomam conta do coração da pessoa. Não se importa mais com o outro. Pode matar, pode roubar e não se importa mais com a vida alheia.»
Dom Orani enfatizou que é preciso demonstrar que «a solidariedade é mais importante que o egoísmo, que a vida é mais importante que a morte, que respeitar o outro é importante».
O arcebispo explicou que a Igreja tenta fazer esse trabalho. «Ela propõe, pois não tem como impor nada. Os que aceitam podem caminhar bem».
A construção da solidariedade e da paz «supõe a participação de toda sociedade», «para que a gente possa sair tranquilamente pelas ruas sem medo de ser morto por ninguém, e seja respeitado».
Ao falar aos jornalistas nesta terça-feira, na coletiva de apresentação da 47ª Assembleia Geral da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), em Itaici (Indaiatuba, São Paulo), o arcebispo recém-empossado destacou a ação da Igreja Católica nesse âmbito.
A Igreja no Rio de Janeiro, «neste último ano, prestou 3,5 milhões de atendimentos sociais, coisa que às vezes não aparece, por ser muito capilar, mas há um trabalho muito grande», destacou Dom Orani.
Mas, segundo o arcebispo, para combater a violência «não basta apenas a questão social». «Supõe também uma nova mentalidade», disse.
«Há uma mudança na sociedade hoje muito séria. A ganância, o egoísmo, o individualismo tomam conta do coração da pessoa. Não se importa mais com o outro. Pode matar, pode roubar e não se importa mais com a vida alheia.»
Dom Orani enfatizou que é preciso demonstrar que «a solidariedade é mais importante que o egoísmo, que a vida é mais importante que a morte, que respeitar o outro é importante».
O arcebispo explicou que a Igreja tenta fazer esse trabalho. «Ela propõe, pois não tem como impor nada. Os que aceitam podem caminhar bem».
A construção da solidariedade e da paz «supõe a participação de toda sociedade», «para que a gente possa sair tranquilamente pelas ruas sem medo de ser morto por ninguém, e seja respeitado».
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