Deus é bom, mas não é bom à nossa maneira, é bom de outro modo. É infinitamente respeitador do amor e da liberdade, não contradiz a nossa liberdade, que é o que Ele mais respeita, porque se assim não fosse éramos manipulados. A origem última do mal e do sofrimento é a nossa liberdade. Um Deus bonzinho se calhar não nos tinha feito livres, tinha feito de nós uns soldadinhos de chumbo ou tinha-nos feito de plástico, sem sofrimento, mas também sem alegria, sem criatividade, incapazes de amar. Vasco P. Magalhães, sj
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