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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Vocação familiar

A vocação familiar tem maior significado quando afirma em atos "Minha vocação é Cristo"

Que o essencial à vida não falte, mas não esqueçamos as palavras do Mestre: “Não só de pão vive o homem” (Mt 4,4). A vida é feliz quando a realização humana é plena, e realização plena é vocação vivida com todas as suas exigências. Não caminha para a felicidade quem foge das exigências da própria vocação. As infidelidades balançam qualquer vocação. Por isso, à luz de Deus, importa descobrir o Seu chamado e deixar-se conduzir por onde Ele quiser.
A vida se faz vocação quando me deixo conduzir conscientemente por Deus. A vida se faz vocação quando Jesus Cristo se torna a única luz. “Deus é luz e nele não há trevas” (1Jo 1,5). Ele foi enviado para ser a Luz, mas os homens preferiram as trevas. Por isso há tantos fazendo seu próprio caminho, mas insatisfeitos em sua opção de vida. Jesus mesmo se definiu usando a imagem da luz. “Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará nas trevas” (Jo 8,12).
Neste ano em que somos convidados a voltar às fontes, queremos nos aproximar daquele que não tinha e nem queria outra luz senão Jesus Cristo: Pe. Caffarel. Num encontro com Jesus Cristo, ele descobriu a sua vocação. “A partir daquele dia, disse ele, Jesus Cristo começou a significar tudo para mim”. Foi um encontro que iluminou e definiu o rumo de sua vida. Jesus Cristo tornou-se sua vocação. Alimentava-se Dele e para Ele vivia.
Quem é Jesus Cristo e em que consiste viver Dele e para Ele que o diga São Paulo. Se de fato buscamos a felicidade, não nos iludamos buscando-a longe Dele. Por que perder tempo buscando-a, prescindindo Dele, se há tantas testemunhas diante de nossos olhos? Só quem se encontra com Jesus Cristo tem coragem de dizer: Senhor, que queres de mim?
“Não mais vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu senhor, mas vos chamo amigos, porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi de meu Pai” (Jo 15,15). Se Deus nos deu Seu Filho, que mais poderá dar? Nele deu tudo para que a nossa felicidade fosse plena. O plano de Deus e a realização humana se concretizam nele.
Sem Jesus Cristo o homem permanece um mistério para si mesmo. O Vat. II afirma a necessidade de Jesus Cristo para descobrir a sublimidade da vocação (cf. GS 22). Ele é a medida de todas as coisas. A minha vida é vocação e a minha vocação é Jesus Cristo, se puder dizer: “Já não sou eu quem vive, mas é Cristo que vive em mim” (Gl 2,20). Façamos de Cristo nossa vida e nossa vida se tornará a vocação de Cristo na Igreja e no mundo.

Pe. Avelino - SCE/SR

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