7. A mundanidade espiritual. É fazer da religião, do altar, da Igreja um pedestal para projeção de si, exibicionismo, busca do prestigio, fama. Deus vem em segundo lugar e serve de trampolim para a vaidade humana. A religião vira show e interesse financeiro. É preciso aqui a purificação do coração, a conversão interior.
8. A guerra religiosa. As divisões, brigas, rixas, agressões, mentiras de uma religião contra a outra, são um escândalo que prejudica as pessoas, as comunidades, revolta a sociedade. Estas atitudes trazem descrédito, afastamento e decepção da sociedade, e pior, ateísmo e indiferença. Precisamos de unidade, tolerância, diálogo e respeito. As religiões não podem prejudicar a humanidade.
9. O ridículo. A religião é fascinante, mas o ridículo ronda o mundo religioso. Onde há fanatismo, magia, falta de teologia, discrepância entre ciência e fé, há o risco do ridículo, do exagero e do misticismo. Como é importante, o estudo da religião, a teologia, a ciência, Beatices, magias, crendices, esquisitices e radicalismos estão longe da verdadeira religião e são expressões ridículas da experiência religiosa.
10. O intimismo. É a fé sem obras, religião sem amor fraterno, oração sem ação. O intimismo religioso, é o culto só com os lábios, a separação entre fé e vida, fé e justiça, fé sem profecia, sem promoção humana. A carta do apóstolo Tiago define a religião como: “visitar órfãos e viúvas em suas tribulações e guardar-se da corrupção deste mundo” (Tg 2, 27). Eis a necessidade de catequese, leitura e formação bíblica, teológica e religiosa.
8. A guerra religiosa. As divisões, brigas, rixas, agressões, mentiras de uma religião contra a outra, são um escândalo que prejudica as pessoas, as comunidades, revolta a sociedade. Estas atitudes trazem descrédito, afastamento e decepção da sociedade, e pior, ateísmo e indiferença. Precisamos de unidade, tolerância, diálogo e respeito. As religiões não podem prejudicar a humanidade.
9. O ridículo. A religião é fascinante, mas o ridículo ronda o mundo religioso. Onde há fanatismo, magia, falta de teologia, discrepância entre ciência e fé, há o risco do ridículo, do exagero e do misticismo. Como é importante, o estudo da religião, a teologia, a ciência, Beatices, magias, crendices, esquisitices e radicalismos estão longe da verdadeira religião e são expressões ridículas da experiência religiosa.
10. O intimismo. É a fé sem obras, religião sem amor fraterno, oração sem ação. O intimismo religioso, é o culto só com os lábios, a separação entre fé e vida, fé e justiça, fé sem profecia, sem promoção humana. A carta do apóstolo Tiago define a religião como: “visitar órfãos e viúvas em suas tribulações e guardar-se da corrupção deste mundo” (Tg 2, 27). Eis a necessidade de catequese, leitura e formação bíblica, teológica e religiosa.
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