Eu queria ser um homem iluminado. Nem poder, nem fortuna, mas esta luz que alguns poucos tem no coração, com outro nome que é sabedoria. Não pensar pequeno, jamais odiar, lutar sempre pelo entendimento, ser generoso e fraterno, fazer o bem como uma conquista pessoal. São poucos os que conseguem superar a medio-cridade geral que domina o mundo, o despreparo das elites dirigentes e a cobiça dos que exploram o capita-lismo, sempre em seu favor, condenando a maioria dos seres humanos a todas as privações possíveis.
E qual deveria ser o principio fundamental da ética que comandasse nossas vidas? Albert Schweitzer perguntado qual o princípio ético fundamental, sentiu, de repente um relâmpago na sua cabeça e ele disse: "reverência pela vida". Para o escritor Rubem Alves "cada momento de alegria, cada instante efêmero de beleza, cada minuto de amor, são razões suficientes para uma vida inteira. A beleza de um único momento vale a pena de todos os sofrimentos". E eu já escrevi aqui, muitas vezes que a grande resposta do ser humano para viver a beleza desta vida é o amor. O amor que redime os erros humanos, que nos faz estender a mão para o inimigo. E eu disse ainda, que não me considero inimigo daqueles a quem critico. Se um deles estender a mão para mim eu a apertarei com a minha. Até porque nunca me esqueço das palavras de Jesus Cristo diante da turba que queria apedrejar Madalena: "quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. E eu tenho os meus pecados, que confesso, e são tantos que não me canso de por eles pedir perdão a Deus.
Podemos ter simpatias e prefe-rências. Querer bem a uma pessoa mais do que a outra. Mas o ódio é serviçal do demônio e da doença. Revejo sempre os meus compa-nheiros de jornada com uma alegria adolescente, sinônimo de amor. Alguns destes queridos amigos já não existem mais fisicamente, ou-tros eu os vejo sempre, a eles escrevo e neles penso, quando estou impossibilitado de escrever.
É muito chato morrer ou saber da morte de quem queremos bem. Mas eu costumo lembrar-me de uma bela frase de Guimarães Rosa que dizia assim: "a gente não morre, fica encantado".
Este encantamento faz com que eu "veja", quando em vez os meus companheiros de vida que já se foram, como Juarez Ferreira, Tobias Granja, João Azevedo, Marcio Augusto Santos, e tantos outros do meu tempo de Rio de Janeiro que os alagoanos não conheceram.
Por isso, se ficamos encantados, estamos apenas um pouco longe dos outros, depois que morrermos. Um dia os cientistas irão descobrir um telefone para o céu e a gente poderá, tanto como nossos filhos e netos conversar com os que amamos e que já se foram, deixando saudades imorredouras.
Isso tudo vem a propósito das próximas eleições no Brasil. Já começou o festival do quem presta e quem não presta. José Serra tem esse e aquele defeito e Dilma tem os mesmos e outros mais. Marina Silva, que parece não ter defeito nenhum, como um querubim indígena, não tem defeito mas está com menos de 10% das pesquisas eleitorais. Os brasileiros e alagoanos tem uma vocação pelos cafajestes. Por isso são os cafajestes que dominam a política alagoana. Custava nada votar nos melhores, mesmo que sejam desconhecidos do grande publico, mas que tenham a chancela do PSOL, um partido que, todos reco-nhecem isso obedece a uma disciplina militar com relação a ética e a decência na política. Votar em Heloisa Helena para o senado sim. Mas votar também nos outros candidatos a deputado federal, deputado estadual e senador, valendo-se da lista de candidatos que o partido vai apresentar.
E se nenhum dos candidatos lhe servir, vote na legenda, no 50, que caracteriza neste momento a única opção dos que querem o voto limpo e que defendem que político com ficha suja não deve ser candidato e se for candidato não deve ser eleito. Justamente por isso o PSOL não vai aceitar coligações com partidos que abrigam os fichas sujas. Esta coerência é maior do que a do Dunga, que em nome dela, deixou de convocar os craques Ganso e Neimar. Não chegamos a tanto. Mas o craque no PSOL não pode ter um passado tortuoso de crimes e desvio de conduta.
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E qual deveria ser o principio fundamental da ética que comandasse nossas vidas? Albert Schweitzer perguntado qual o princípio ético fundamental, sentiu, de repente um relâmpago na sua cabeça e ele disse: "reverência pela vida". Para o escritor Rubem Alves "cada momento de alegria, cada instante efêmero de beleza, cada minuto de amor, são razões suficientes para uma vida inteira. A beleza de um único momento vale a pena de todos os sofrimentos". E eu já escrevi aqui, muitas vezes que a grande resposta do ser humano para viver a beleza desta vida é o amor. O amor que redime os erros humanos, que nos faz estender a mão para o inimigo. E eu disse ainda, que não me considero inimigo daqueles a quem critico. Se um deles estender a mão para mim eu a apertarei com a minha. Até porque nunca me esqueço das palavras de Jesus Cristo diante da turba que queria apedrejar Madalena: "quem não tiver pecado que atire a primeira pedra. E eu tenho os meus pecados, que confesso, e são tantos que não me canso de por eles pedir perdão a Deus.
Podemos ter simpatias e prefe-rências. Querer bem a uma pessoa mais do que a outra. Mas o ódio é serviçal do demônio e da doença. Revejo sempre os meus compa-nheiros de jornada com uma alegria adolescente, sinônimo de amor. Alguns destes queridos amigos já não existem mais fisicamente, ou-tros eu os vejo sempre, a eles escrevo e neles penso, quando estou impossibilitado de escrever.
É muito chato morrer ou saber da morte de quem queremos bem. Mas eu costumo lembrar-me de uma bela frase de Guimarães Rosa que dizia assim: "a gente não morre, fica encantado".
Este encantamento faz com que eu "veja", quando em vez os meus companheiros de vida que já se foram, como Juarez Ferreira, Tobias Granja, João Azevedo, Marcio Augusto Santos, e tantos outros do meu tempo de Rio de Janeiro que os alagoanos não conheceram.
Por isso, se ficamos encantados, estamos apenas um pouco longe dos outros, depois que morrermos. Um dia os cientistas irão descobrir um telefone para o céu e a gente poderá, tanto como nossos filhos e netos conversar com os que amamos e que já se foram, deixando saudades imorredouras.
Isso tudo vem a propósito das próximas eleições no Brasil. Já começou o festival do quem presta e quem não presta. José Serra tem esse e aquele defeito e Dilma tem os mesmos e outros mais. Marina Silva, que parece não ter defeito nenhum, como um querubim indígena, não tem defeito mas está com menos de 10% das pesquisas eleitorais. Os brasileiros e alagoanos tem uma vocação pelos cafajestes. Por isso são os cafajestes que dominam a política alagoana. Custava nada votar nos melhores, mesmo que sejam desconhecidos do grande publico, mas que tenham a chancela do PSOL, um partido que, todos reco-nhecem isso obedece a uma disciplina militar com relação a ética e a decência na política. Votar em Heloisa Helena para o senado sim. Mas votar também nos outros candidatos a deputado federal, deputado estadual e senador, valendo-se da lista de candidatos que o partido vai apresentar.
E se nenhum dos candidatos lhe servir, vote na legenda, no 50, que caracteriza neste momento a única opção dos que querem o voto limpo e que defendem que político com ficha suja não deve ser candidato e se for candidato não deve ser eleito. Justamente por isso o PSOL não vai aceitar coligações com partidos que abrigam os fichas sujas. Esta coerência é maior do que a do Dunga, que em nome dela, deixou de convocar os craques Ganso e Neimar. Não chegamos a tanto. Mas o craque no PSOL não pode ter um passado tortuoso de crimes e desvio de conduta.
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Mendoça Neto
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