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segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Nascer para o BEM ( II )



Presentemente, vivo estas situações de conflito? Quem quer ganhar a quem?
Sendo assim, qual será o caminho para ultrapassar este tipo de situações? Uma boa conversa, um diálogo sem preconceitos é sempre uma óptima solução. Pelo menos da nossa parte, podemos querer resolver as coisas a bem. De facto, perdemos imensa energia e paz por falta de boas conversas. Mas nem sempre isso é possível. Então neste caso, será criar uma atitude de justiça, ser justo em relação ao que mereço e lutar por isso, mas não me deixar alimentar por sentimentos de vingança e desejo de fazer desaparecer o outro. Poder ter, mesmo em situações difíceis, uma atitude reconciliada.
Acredito que não há pessoas más, mas sim pessoas a quem a vida, pelas mais variadas situações, fez ressentidas, extremamente desconfiadas, pouco objectivas. Um gesto que faça mal pode ser um grito de quem quer viver. Mesmo que o mal deva ser corrigido, a atitude de quem julga terá de ser misericordiosa, isto é, julga a partir de um olhar que tem sempre como destino ajudar a que a outra pessoa se encontre no próprio bem. Eu próprio não sei a que situação a vida me poderá levar, mas ter consciência da bondade dos outros, e da minha própria bondade ajuda-me a não atacar de forma imediata. O outro tem um mundo tão importante como o meu.Se algum desconhecido tropeça na rua ao nosso lado, o nosso gesto instintivo é estender a mão para o segurar. O nosso próprio corpo expressa aquilo que mais nos constitui como pessoas humanas: proteger, querer o bem, fazer o bem. Certamente teremos já tido experiência de grande generosidade para connosco de pessoas que não nos conhecem; podemos do mesmo modo ser mais naturais nisso, crescer na nossa própria bondade.Onde é que, na minha vida, sinto maiores desafios a ser mais justo e misericordioso? Que gestos possíveis posso fazer?

António Valério

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