
Cumprir e quebrar normas terá, assim, menos a ver com a liberdade que nos é oferecida pelo mundo e mais a ver com a liberdade em que optamos viver. Sou livre e cumpro. Sou livre e aceito as consequências do que quebro. Não o faço por “ter pinta”, por não pensar nisso, ou por desconfiança impensada.
Dizia-me um amigo que vale a pena violar as regras, mas que só vale a pena fazê-lo por razões maiores do que as das próprias regras, sujeitas também elas à crítica, à ciência, ao amor, a um contrato mais profundo e ainda mais existencial. Não vale a pena violar por violar, mas sim violar para as afastar e tentar encontrar melhores...Quais são as regras para que tenho clareza no trabalho e na convivência? Quais, e por quê, estou disposto a quebrar.
Miguel da Câmara Machado
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