Somos pessoas de carne e osso. As nossas paixões, desejos, sentimentos, pulsões, os nossos medos e curiosidades são expressão da nossa dimensão corporal. Na sua força e impulsividade todos estes aspectos da afectividade humana lembram-nos a enorme vontade que temos de abraçar o mundo e de ser abraçados, de amar e ser amados. Apesar de tudo, continua a ser difícil uma conversa serena sobre o modo como vivemos a nossa afectividade e a nossa sexualidade. A conversa torna-se ainda mais complicada quando falamos sobre a adolescência, ficando a sensação de que as mensagens se extremam entre o vale tudo e o não vale nada. De formas diferentes estas mensagens acabam por deixar quem as recebe mais sozinho e, em alguns casos, mais assustado. O primeiro passo que podemos dar para fugir ao ruído é tentar entender um pouco melhor o significado da adolescência. Depois talvez possamos entender porque são tão enganadoras as soluções do tudo ou nada.CONTINUAÇÃO DA REFLEXÃO AMANHÃ, LEIA COM ATENÇÃO E ACOMPANHE!
Zé Maria Brito
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