A Vida Religiosa: um “jogo no jogo da vida”

A arrumação do “novo jogo” vai depender muito de nossa coragem interior de enfrentar a beleza e a fragilidade da vida buscando nesse efêmero e nesse frágil seu sentido, sua finalidade… Se houver mais, este mais nos escapa, este mais permanece como reserva desconhecida presente no mistério que nos envolve.
Reconheço que meu discurso é inadequado para a maioria dos religiosos, para os profissionais da religião, para os eclesiásticos porque toca nos “sonhos” tornados realidades ideais, sonhos que sustentam sua vida e os levam a impor esta visão aos outros. Meu pensamento pode parecer até anárquico, pois desarruma coisas tradicionais, adquiridas, consagradas, legalizadas, reconhecidas por muita gente. Mas, sei também que há algumas pessoas que sentem o peito oprimido, que buscam mais oxigênio, mais espaço, mais liberdade e que arriscam viver na incomoda situação de insegurança mesmo dentro das instituições as que pertencem.
Proponho um movimento de purificação interior, de enfrentamento com as construções do real que fizemos e que supostamente parecem sustentar nossa vida. Proponho a incomoda “coragem de ser” para além das cordas que tecemos para sustentar nossa vida. Proponho a coragem criadora de nos perguntarmos sobre os sentidos que construímos para nossa vida ou que simplesmente aceitamos de outros.
Reconheço que meu discurso é inadequado para a maioria dos religiosos, para os profissionais da religião, para os eclesiásticos porque toca nos “sonhos” tornados realidades ideais, sonhos que sustentam sua vida e os levam a impor esta visão aos outros. Meu pensamento pode parecer até anárquico, pois desarruma coisas tradicionais, adquiridas, consagradas, legalizadas, reconhecidas por muita gente. Mas, sei também que há algumas pessoas que sentem o peito oprimido, que buscam mais oxigênio, mais espaço, mais liberdade e que arriscam viver na incomoda situação de insegurança mesmo dentro das instituições as que pertencem.
Proponho um movimento de purificação interior, de enfrentamento com as construções do real que fizemos e que supostamente parecem sustentar nossa vida. Proponho a incomoda “coragem de ser” para além das cordas que tecemos para sustentar nossa vida. Proponho a coragem criadora de nos perguntarmos sobre os sentidos que construímos para nossa vida ou que simplesmente aceitamos de outros.
Gebara
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